Autoestima – Nem sempre temos uma imagem real de quem somos. E isso acaba influenciando a estima que temos por nós mesmos. Sempre motivo os meus clientes de Coaching de relacionamento a resgatarem o seu eu verdadeiro a fim de aumentarem de modo definitivo a autoestima.

Dentro e fora de você

Vivemos em uma época de muitas cobranças sociais: temos que ser de um jeito específico e atender a estereótipos injustos e inalcançáveis para provarmos o nosso suposto valor. Só que valor vem de dentro e não de fora. Para que você entenda melhor, considere a seguinte afirmação: tudo o que vem de dentro de você (amor, gratidão, esperança, etc.) é verdadeiro, inclusive os sentimentos mais obscuros.

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Tudo o que vem de fora, ou seja, é socialmente criado e imposto, não é verdadeiro (mágoas, raiva, rancor, ódio, etc.). Por exemplo, você não precisa sentir amor por alguém específico e mesmo assim sentirá amor. Mas para ter mágoas, precisou do contato com outra pessoa ou situação externa a você para que a mágoa fosse assimilada. Outro exemplo é o medo: você não nasceu sentindo medo, mas aprendeu a tê-lo com as influências externas. E você só deixa entrar no seu coração e na sua mente aquilo que você quer, através das manipulações do ego e da mente.

Os contatos sociais falam diretamente com a mente. Entre as filosofias da Nova Era tem uma frase muito importante: a mente mente. Quando pensamos usamos a mente para sentir, não estamos falando diretamente com a verdade que está dentro de nós, mas com informações e confusões emocionais que adquirimos com o tempo.

Desta forma, a autoestima é abalada por uma série de influências que não são verdadeiras, mas que machucam. Com a autoestima baixa, a autoimagem, ou seja, a forma a qual você vê a si mesmo é impactada também. E não é só isso: a maneira como você se trata mostra ao mundo como as pessoas devem trata-lo.

Os três eus e a autoestima

 Sempre digo aos meus clientes de Coaching de relacionamento que possuímos três eus: um verdadeiro, um negativo e um dissimulado. Isso acontece com todas as pessoas. O eu dissimulado é aquele que você finge ser, a forma como gostaria de ser visto e tenta encobrir o seu eu verdadeiro por medo de não ser aceito. O eu negativo é um produto da mente que mente: é quem você tem medo de ser. Pessoas com autoestima baixa ou estão próximas do eu dissimulado ou do eu negativo. No caso do eu negativo, todas as coisas que você pode identificar em você e que ferem a sua autoestima não realmente suas, mas a uma autoimagem negativa que foi programada na sua mente, principalmente quando você era apenas uma criança. E você pode se libertar destas impressões negativas.

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O seu eu verdadeiro é o resultado que você encontra quando você se liberta dos outros eus. É quando você se assume e passa a viver a vida maravilhosa e verdadeira que há para você viver. A autoimagem negativa é uma escolha. Se hoje a sua autoestima anda baixa e se ainda não está levando a vida que sempre sonhou é porque está perdendo tempo em esconder do mundo a autoimagem negativa que tem. Veja que isso é uma programação mental – e sua mente pode ser reprogramada para uma vida mais digna, com maior aceitação e mais amor próprio.

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O Coaching trabalha em boa parte do tempo com reprogramações fantásticas e com resultados incríveis em pouco tempo. E o que faz a mágica acontecer é a própria pessoa.  Mas é preciso escavar dentro de si todas as partes boas e maravilhosas que você tem. É preciso ainda acolher as suas sombras, pois elas também fazem parte de você.

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Você está com a autoestima baixa, se este for o seu caso, porque você acredita que é menos do que você é. É uma questão de crenças limitadoras. Resgatando as coisas que gosta de fazer, os valores pessoais, as coisas que de fato importam para você, buscando sentir a sua própria essência e deixando que ela flua para a sua imagem física, como num passe de mágica, toda a perspectiva que você tem de você mesmo muda, e a autoestima aumenta. Não perca mais tempo e passe a buscar coisas que você ama em você agora mesmo. Medite sobre quem você é verdadeiramente e sem culpa. Não raciocine muito. E verá que tudo é uma questão de escolha!

Malu Moreira

Malu Moreira trabalha com relacionamentos há mais de 15 anos. Durante todo esse tempo, trabalhou com diversas culturas e costumes, aumentando ainda mais o seu conhecimento e experiência no dia a dia com relacionamentos. Casada e mãe de quatro filhos, ela vive em “estado de graça”, como costuma sempre dizer.

Sua estrada traz na bagagem além do Brasil, países como Bolívia, Portugal, Angola, Inglaterra e Suíça, onde reside atualmente.

E como ela sempre diz: “Eu acredito que duas pessoas possam viver em perfeita harmonia, respeitando os seus limites, contanto que estejam tomadas pelo amor”.

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